Monday, June 21, 2010
(Ester)
Como deve imaginar, não é fácil responder sem uma análise directa. Caso me possa dar mais dados, queira entrar em contacto comigo para o email jcmvale@gmail.com. De qualquer maneira se tiver uma fibrose essa pode ser debelada através de uma massagem devidamente efectuada.
Caso tenha msn pode adicionar-me como jcmvale@hotmail.com
Thursday, May 27, 2010
No futsal feminino do Lusitano de Vildemoinhos, colaborei ainda que de forma espontânea, não tendo feito parte dos “quadros” do clube. Honra-me ter feito parte de um grupo que atingiu a melhor classificação de sempre e de ter conhecido pessoas maravilhosas.
Dos directores:
Presidente: Sr. Loureiro – Sempre disponível para ajudar o grupo de trabalho e um digno sucessor do ex-presidente que todos recordamos com eterna saudade.
Sr. Carlos – Incansável. Foi por ele e por causa dele que comecei a trabalhar com este maravilhoso grupo de trabalho. Já trabalhei na minha ainda curta carreira como massagista de futebol, com dezenas, quiçá centenas de dirigentes desportivos e posso dizer sem sombra de dúvidas que o Sr. Carlos é dos maiores conhecedores do futebol distrital e um homem a quem muito fiquei a dever. Tal como outros com quem já tive o prazer de trabalhar, também ele reconhece o meu trabalho. Mais do que um director foi e certamente será para o resto da vida, um bom amigo.
Sr. José Luís – Sempre pronto a ajudar as atletas. Nunca lhes faltou com a sua presença e com o seu “chazinho”
Da equipa técnica:
Mister José Manuel: Muita qualidade e muito empenho com o grupo de trabalho. Tem tudo para evoluir como técnico de futsal, assim se queira desprender das ideias que trás do futebol de 11 e aceite as diferenças de técnicas e de opinião. Também sei que é totalmente diferente trabalhar com mulheres e com homens.
Sr. José António: Foi roupeiro, vice-presidente, treinador de guarda-redes, delegado ao jogo, motorista, massagista, etc. Mais palavras para quê???
Massagista – Sr. José Gomes – Na realidade o meu amigo Zé, um dos mais competentes massagistas do distrito de Viseu, é que é o massagista oficial do Lusitano. Foi um prazer e uma honra ter trabalhado com ele. Ele é a grande prova de que os grandes profissionais e os melhores nas suas áreas sabem ouvir outras opiniões e trocar ideias. Ao invés, os convencidos, passam o tempo a falar de si próprios, fazendo do auto-elogio a sua palavra de ordem. Obrigado pelo muito que me ensinou e pela confiança que em mim depositou.
Das atletas:
Xana – Grande atleta. Infelizmente não pode treinar conforme desejava. Uma capacidade técnica acima da média
Ana – Quem a vê, não imagina a sua força e garra. Capaz de jogar os 40 minutos sempre com uma entrega total. Antes quebrar do que torcer.
Sofia – A veterana capitã. Uma líder em todos os aspectos. Dentro de campo, desmente o seu bilhete de identidade, mais parecendo uma teenager.
Andreia – Um portento enquanto jogadora. Uma barreira quase inultrapassável nas linhas mais recuadas da sua equipa.
Ângela – A guarda-redes a quem os estudos na cidade dos doutores roubou do plantel. Qualidades inegáveis para tão complicada posição.
Barbara – Não fosse uma arreliadora lesão no joelho e acredito que esta época teria sido bem melhor para todos nós.
Vanessa Gonçalves – Uma formiguinha que trabalha, trabalha, trabalha sempre e sempre em prol da equipa.
Joana - Grande guarda-redes. Ficou no entanto uma dúvida: Será que os seus doces olhos, encantam as adversárias impedindo-as assim de marcar?
Chica – Aquela que espero já me ter perdoado pela minha falha imperdoável, ao não ter colocado o seu lindo rosto no bolo de encerramento de época.
Mariana – A “refilona” polivalente da equipa. Uma raça sem par.
Tânia – Uma técnica muito acima da média. Infelizmente as lesões e um outro problema de saúde afastaram-na demasiado tempo da equipa.
Vanessa Salgueiral – Grande jogadora e portadora de um apelido que é uma referência no futebol distrital (e não só).
Cláudia – Para mim, a jogadora com mais “cultura” de futsal de todo o plantel. Ainda muito nova, tem uma margem de progressão enormíssima. Grande vontade de aprender e de aplicar o que lhe é ensinado.
Sara – O seu sorriso é enganador. Quem pensa que a sua “meiguice” fora de campo é transporta para as quatro linhas é enganado. É uma força da natureza.
Fábia – Embora não tenha sido inscrita, nota-se a grande vontade e o grande querer em evoluir.
Daniela - Relações públicas, fotografa e sobretudo uma grande amiga.

Em cima: Vanessa Gonçalves, Andreia, Mariana, Claudia, Sara, Xana e Chica. Em baixo: Sofia (Cap), Joana e Ana
Neste grupo de fotos lamentávelmente falta a doce Chiquinha.
Chiquinha
Agora digam lá se não sou um felizardo em ter a sorte de trabalhar com mulheres tão talentosas e tão belas?
SPORT CABANAS DE VIRIATO E BENFICA
Ao aceitar trabalhar no Cabanas de Viriato na época 2009/10, fi-lo com a firme convicção de que poderia fazer um bom trabalho. Porém dificuldades de várias ordens, não me permitiram fazer o trabalho que desejava.
No entanto, quando se termina a época e se obtém a melhor classificação de sempre do clube e quando se faz uma rectrospectiva da época, somos forçados a reconhecer que todo o nosso esforço valeu a pena. A todos agradeço, a confiança que em mim depositaram.
Dos directores:
Presidente: Sr. Mário – Homem dedicado e abnegado pelo clube. Foi vítima de um brutal acidente de trabalho que o atirou para a cama de um hospital, mas que não lhe retirou a dedicação e a força de vontade em ajudar o grupo de trabalho. Espero manter para sempre a ideia que tenho de si.
Sr. António – O dedicado e sempre presente irmão do presidente, foi de uma entrega total. Bom amigo.
Outros directores – Ao João e à senhora que tão bem confeccionava as nossas bifanas no final do jogo (e ao seu marido também) o meu agradecimento. Lembrar-me das suas bifanas é sinónimo de crescer água na boca.
Eliana – A doce menina que tive o prazer de conhecer, foi directora, delegada a jogos, treinadora e massagista. Obrigado por tudo quanto nos destes. O sucesso neste campeonato muito se deve a ti também.
Dos treinadores:
Paulo Guilherme – Grande mister. Um estudioso do futebol. Foi por causa dele que fui para o Cabanas. Num clube onde esteja exclusivamente como treinador, vai triunfar de certeza.
Gonçalo Malas – Bom amigo e um adjunto de peso.
Dos jogadores:
Cunha – Excelente jogador. Infelizmente foi muito curto o tempo em que trabalhamos juntos.
Quaresma – Um dos melhores jogadores com quem já trabalhei. Honestidade, trabalho e competência são o seu lema. Quando conseguir conciliar melhor as suas actividades laborais e estudantis, será jogador para jogar numa liga profissional.
Mikó – Que prazer imenso eu tive em conhecer este jogador. Enorme a sua capacidade técnica e a sua visão de jogo.
Fri – Um gigante em todos os aspectos. Grande jogador e grande goleador.
Diogo – Um grande jogador com uma soberba visão de jogo
Manú – Outro jogador que já conheço à quase uma década. Lesionou-se com gravidade no braço, mas o que mais afectado ficou foi a cabeça. Obrigado Kassama.
Nando – Um verdadeiro capitão e líder. Ele encarna o verdadeiro espírito de equipa.
Fruta – Um dos melhores alas com quem já trabalhei
Ivo – Jogador polivalente e de enorme capacidade técnica. Costuma-se dizer dos jogadores polivalentes que só lhes faltou jogar à baliza. Não é o caso do Ivo que até à baliza jogou.
Zé Guilherme – Central de elevada qualidade e de grande experiência. Já disputou vários campeonatos nacionais nas camadas jovens. Também ele um dos responsáveis pela minha ida para Cabanas
Júlio – O típico avançado que prefere quebrar do que torcer.
Séninho – Já havia sido meu jogador no Repeses e na Selecção Distrital. Grande jogador e centro-campista que este ano se sacrificou a jogar em locais que desconhece mas que desempenhou com a qualidade que se lhe reconhece.
Araújo – Excelente defesa esquerdo. Infelizmente questões de horários laborais, impediram-no de dar um melhor contributo à equipa.
Pernika – Começou lesionado e com poucas esperanças de jogar esta época. No entanto o seu querer e a força de vontade, permitiram que ele jogasse.
Pedro Ambrósio – Bom jogador e acima de tudo totalmente honesto. Tive o prazer de ter sido colega de trabalho do seu avô que recordo com eterna saudade e carinho. Tem tudo para triunfar no futebol.
Batista – Um gigante. A primeira barreira defensiva. Um líder e um bom amigo.
Ruben – A alegria em pessoa, aliada a uma qualidade de jogo inigualável.
Bagaço – Quase não se dá por ele em campo, mas a qualidade está lá.
Ferreirós - Um grande guarda-redes que disfarça a pouca altura com o sentido de posicionamento
Ramos – Outro grande guarda-redes que infelizmente se afastou muito cedo da equipa.
Júniores: Vinhal, Bicho, Alex (entre outros). – Grandes jogadores para quem antevejo um futuro brilhante.
A todos vós obrigado pelo muito que me deram.

Mais uma época que terminou e eu colaborei com três clubes (dois oficialmente e um de forma esporádica). Conheci novos atletas, treinadores e dirigentes. Com eles vivi os bons e os maus momentos de uma época. De seguida, falarei deles e da época de forma reduzida. A ordem em que os clubes e as pessoas aparecem é efectuada de forma completamente aleatória.
B A L S A N O V A
Presidente: Sr. Carlos Cunha – O Sr. Cunha é um homem que há muito tempo conheço e que sempre pautou a sua vida pelo trabalho e pela honestidade;
Cláudio Cunha – Bom amigo de longa data, este ano por motivos alheios à sua vontade, esteve um pouco ausente;
Sr. Alberto – De todos os dirigentes é aquele que conheço há mais anos e a quem me ligam fortes laços de amizade. Grande dirigente no passado, voltou este ano às lides directivas, provando que quem sabe nunca esquece.
Lemos – Tendo-o conhecido apenas este ano, fiquei com a sensação que noutras circunstâncias e com outras condições teremos condições para fazer mais e melhor. A ele se deve muito do que se passou na época.
Mister Emílio Silva – Que me desculpem todos os outros treinadores com quem já trabalhei e onde se inclui o actual seleccionador do Catar, mas o Emílio foi simplesmente o melhor e a uma enorme distância de todos os outros. Da minha parte lamento a escassez de recursos materiais e físicos que me impediram de lhe dar o apoio de que tantas vezes necessitou. Dificilmente voltarei a trabalhar com ele (o que lamento), mas estou certo que dentro de muito pouco tempo, o verei a orientar equipas de campeonatos superiores à 3ª divisão nacional. Muitas vezes foi o único que acreditou no valor da equipa e naquilo que ela podia fazer. Foi um autêntico D. Quixote ao lutar contra gigantes na defesa da sua Dulcinea (leia-se equipa). Sempre pronto para apoiar os seus atletas/homens nos seus momentos de dificuldade. Mais do que um treinador foi um professor e um amigo.
Mister João Ramos – Excelente treinador de guarda-redes e cúmplice do Emílio. Amigo de todos os jogadores sem excepção, inovava a cada treino que ministrava, evitando assim a monotonia e rotina nos treinos. Fiel “escudeiro” do mister Emílio, apoiando-o em todas as decisões. Se o mister Emílio foi um autêntico D. Quixote, o João Ramos foi o Sancho Pança. Atenção, isto não é nenhuma piada ao facto de ele ser (sermos) elegantemente bem nutridos.
Alex – Guarda-redes com grande capacidade para evoluir, assim queira.
Gafanha – Forte e possante, um campeão… nas minis.
António José (Hulk) – Uma força da natureza e um grande amigo. Foi talvez dos jogadores que mais vi evoluir esta época.
Bruno – O bidon militar
Pinheiro – O “velho” capitão, obteve nesta época a sua maior conquista. Foi pai. Bom jogador, grande líder e um bom amigo. Respira futsal por todos os poros. Sempre pronto para a brincadeira e para pregar partidas. Espero que continue a jogar para o bem do futsal no distrito de Viseu.
Açoreano – Irreverente e habilidoso, muitas vezes foi preciso recorrer a legendas para o entender.
Christopher – Grande guarda-redes e com uma margem de progressão enormíssima. Bom até a jogar com os pés.
Flávio – Um gigante. Após algum tempo de paragem voltou a jogar ao nível que tinha.
Hélder – A experiência ao serviço do grupo. Um jogador de peso e especialista em… azias.
João Pedro – O tripeiro. A ele o meu eterno agradecimento enquanto beirão, pelo seu empenho na defesa das cores rubro-ouro do Balsa Nova.
Pina – Pouco tempo ao serviço. Motivos de ordem pessoal afastaram-no do nosso convívio.
Marco Ferreira – O futuro engenheiro civil foi sem dúvida uma mais valia para a equipa.
Marco Silva – O nosso marroquino, mais parecia um vendedor de carpetes. Muitas vezes parecia dormir durante os treinos e os jogos. Mas que se pode esperar de alguém que estuda e trabalha e ainda se desloca a mais de 100Km para defender as nossas cores? Para ele igualmente o meu eterno agradecimento. Bem hajas, Marrocos.
Aparício – Tal como Pina, o pouco tempo em que jogou na Balsa Nova, não me permitem expressar uma opinião mais segura.
Rafael Outeiro – O nosso Rafa ou Rafinha. O “brasileiro” do plantel. O médico dentista foi muitas vezes uma dor de cabeça para os adversários.
Renato – O jovem da zona norte do distrito que aproveitou a estadia na cidade de Viriato (onde é aluno universitário) para por nós jogar
Ferreira - Um ex-árbitro e um poço de força. Nesta época além de jogador, desempenhou também as funções de “empresário”. Um autêntico “Coyote”.
Ricardo Jorge – Outro dos guardiões. A experiencia ao serviço do colectivo.
Ferreirinha – Não fossem as malditas e arreliadoras lesões que o atormentaram e que eu não tive capacidade de debelar, teria efectuado uma excelente época.
Miguel – Pouco tempo ao serviço do Balsa Nova. Esperava bem mais, fruto da época anterior.
Robson – O genuíno brasileiro. Muita experiência e muito querer. Foi traído pela “ansiedade”.
1º plano (da esquerda para a direita): Ferreira, Pinheiro, Hulk, João Pedro, Flávio e Hélder.
De pé: Sr. Alberto (director), João Ramos (Treinador Adjunto), Emílio Silva (Treinador), João Carlos Vale (massagista), Ricardo Jorge, Marco Ferreira, Rafa e Lemos (Director)
Wednesday, April 28, 2010
Tuesday, April 20, 2010
Boa tarde. Desde já parabens pelo excelente trabal... Boa tarde. Desde já parabens pelo excelente trabalho que presta a comunidade virtual. TEnho uma duvida, na 6feira passada, após um jogada de futebol em grande velocidade o gredes da equipa adversaria "varreu" a bola e o meu pe com grande intensidade tendo ficado varios minutos sem sentir o pé, tendo receado o pior. Apos isso o pé inchou bastante na zona do tornozelo direito, contudo a entrada foi à parte interior do pé direito uma vez que me preparava para colocar a bola em arco. O diagnostico do hospital apos raio x foi de que eu tinha contraido uma luxação, e hoje recebo o diagnostico do fisioterapeuta em como tenho uma entorse na tibio tarsica, segundo este com gravidade. A minha duvida reside no tempo de recuperação, e especialmente se a recuperação pode ser feita sem recurso a fisioterapia, ou se for necessario, quais os efeitos positivos que esta tem. Um muito obrigado, cumprimentos.
Resposta:
Antes de mais o meu agradecimento pelas suas palavras.
Não é fácil responder-lhe sem verificar "ao vivo" a sua situação. No entando tendo em conta os dados apresentados (existencia de uma luxação) presupõe um entorse de grau II ou mesmo de grau III.
Assim sendo, o recurso à fisioterapia é obrigatório, para uma mais célere recuperação.
Caso queira, pode entrar em contacto comigo, pelo email: jcmvale@gmail.com
Wednesday, February 03, 2010
MASSAGENS RELAXANTES

Estas massagens, ajudam a relaxar os diversos grupos musculares, diminuindo ainda o stress, as dores, sendo muitas vezes um precioso auxílio para o solo.
Ao fazer as massagens, o terapeuta/massagista, usa a sua melhor ferramenta de trabalho: As suas próprias mãos.
O contacto humano entre as mãos do massagista e o corpo de quem recebe as massagens, funciona como um tónico, aumentando a satisfação e o relaxamento, numa empatia entre ambos.
Uma massagem relaxante, tem uma duração temporal variada. Se o massagista se limitar a uma zona específica do corpo (por exemplo as costas), poderá demorar apenas alguns minutos. No entanto se se optar por uma massagem completa (todo o corpo) esta poderá demorar cerca de uma hora. Nestes casos muitas vezes quem recebe as massagens acaba por adormecer durante a sessão.
No fundo qualquer pessoa pode fazer massagens relaxantes e com raríssimas excepções, qualquer um as pode receber. No entanto, é de vital importância que quem fizer as massagens relaxantes seja um “profissional” com conhecimentos. Uma má massagem relaxante pode causar lesões musculares, musculo-tendinosas e sobretudo o desconforto no massajado.
A massagem relaxante, muitas vezes chamada de massagem Suéca é uma massagem muito em voga na Europa. No seu cerne estão técnicas quem têm por base os conhecimentos da anatmo-fisiologia e até conceitos básicos de psicologia.
Por norma a massagem deve ser executada com movimentos largos, sempre no sentido da circulação de retorno, providenciando assim a melhoria da oxigenação sanguínea.
Muitas vezes a própria música (de preferência calma) está associada às massagens relaxantes.
Quando associo a música à massagem, costumo dizer a quem a mim recorre que é uma espécie de duas terapias em uma: Massagem e musicoterapia.

Com a massagem relaxante, surgem vários benefícios como sejam, entre outros:
a) Melhoria da circulação sanguínea;
b) Aumento da flexibilidade ao nível muscular;
c) Redução álgica em zonas musculo-tendinosas bem como nas lesões;
d) Relaxamento muscular;
e) Diminuição do stress, do cansaço e da fadiga mental.
Podem ser usados óleos perfumados, mas também pode ser usado (são os meus preferidos), o óleo de amêndoas doces e até o sabonete de glicerina, pois estes permitem um melhor deslizamento das mãos do massagista no corpo da pessoa massajada.
Na maioria das vezes, os meus pacientes, sentem-se rejuvenescidos e prontos para enfrentar com uma energia renovada, as dificuldades do dia-a-dia.
Para quem recebe é excelente. Para quem as faz é muito gratificante. Quantas vezes ao primeiro contacto o corpo do massajado mais parece feito de madeira ou pedra, tal é a rigidez muscular e no final da sessão, mais parece que o corpo é o mais suave e fofo dos peluches. Quem já experimentou… voltou.
Wednesday, December 30, 2009
Friday, August 14, 2009
Consulta "on-line"
Thursday, July 30, 2009
"Como forma de dar resposta à falta de uma escola de futebol feminino na Região de Viseu e também de preparar novas atletas para virem a integrar a sua equipa sénior, decidiu o Escola Futebol Clube de Molelinhos, (que conta com a única equipa federada de futebol feminino no Distrito de Viseu, actualmente a participar no campeonato da 1.ª Divisão Nacional e detentora da Taça de Portugal época 2008-2009), criar uma escola de formação.Neste contexto estão já abertas as inscrições para as jovens, motivadas para a prática do Futebol Feminino.
Esta escola, orientada pelas Técnicas Francisca Martins e Tânia Almeida, vai funcionar numa 1.ª fase com um escalão de infantis (8 aos 12 anos) e com um escalão Sub 18 (13 aos 17 anos).
É assegurado o transporte de Viseu para Molelinhos nos dias de funcionamento da escola.
Para mais informações as interessadas poderão contactar as Técnicas responsáveis através dos Telem. 96 444 48 93; 96 114 22 39."
Thursday, April 09, 2009
PARABÉNS MENINAS
Eu vos agradeço, atletas do Escola Futebol Clube de Molelinhos, pelo muito que têm feito pelo “meu” concelho de Tondela. Eu, que nasci em terras ultramarinas e que com a precipitada descolonização vim parar as estas terras de besteiros que adoptei como minha. Aprendi a defender as nossas causas e as nossas cores, mesmo quando de Tondela sou um filho adoptivo.Também eu no passado fui atleta de uma modalidade dita “marginal”. Também eu e os meus colegas, fomos vítimas da marginalização a que são votados todos aqueles que praticam um desporto diferente do chamado Desporto-Rei mas (há sempre um mas), praticado por homens.
Nos idos anos 80, foram muitas as meninas/mulheres que envergaram a camisola celeste e oiro do EFC. Também elas foram apelidadas com nomes que o pudor me impede de repetir.
Já nessa altura vos admirava, honrava e respeitava, meninas do EFC.
Recordo com saudade nomes como o da Fani, da Inês, da Tânia Maneira e da Teresa Marques, entre tantas, tantas outras.
Na época de 2004/05, tive o raro privilégio de, a convite do grande Álvaro Ascenção, colaborar convosco. E foi em conjunto convosco que sorri e vibrei nas vitórias, lamentei, chorei e cerrei os punhos nas derrotas.
Fi-lo no passado, faço-o hoje e sempre o farei. Quando me refiro a vós, refiro-me como “as minhas meninas”. Faço-o porque além da grande admiração e respeito que tenho por vós, tenho também carinho e amizade que se estende muito para lá da relação massagista-atleta.
Do actual plantel, tenho o privilégio e o orgulho de ser amigo do “mister” Luís Carlos, com quem já tive o prazer de trabalhar no passado e que sei o quanto vale e até onde pode ir.
Ao Sr. Carlos Maneira, ligam-me laços de amizade e de respeito com décadas. É um digno Presidente dessa prestigiada colectividade.
Das atletas que poderei dizer? Nada, pois todos as conhecem. Mas das minhas amigas que tenho no plantel, só posso dizer maravilhas.
Como posso esquecer o sorriso e a vontade da Neide; o querer e a perseverança da gaulesa Sandrine; da beleza e disponibilidade da Sueli; a presença e o comando da Chiquinha; os olhos azul-mar da minha “prima” Ângela; a incansável Ana “Uchita” Cristina; a Catarina o “expresso da Corveira”; a Leila com quem nunca trabalhei directamente, mas a quem me ligam grandes laços de amizade; a pequena-grande Micaela; a endiabrada Andreia e finalmente (que não é o mesmo que por fim), a enorme Tânia Almeida.
Para as outras atletas, com quem (ainda) não trabalhei, mas que de igual modo respeito e admiro, aqui deixo a minha singela homenagem. À Elsa Pinto por exemplo, mas também à Catarina Almeida e à fabulosa Barbara Pragana.
A todas vós sem excepção o meu bem-haja. Bem-haja esse, extensivo a todas aquelas fabulosas atletas que por razões diversas já não jogam no EFC. À Cristiana, à Susana Marques, à Noémia, à Joana Pinto, o meu eterno agradecimento pelo orgulho que me dão em ser vosso amigo.
Por fim, porque para mim foi “apenas” o primeiro de muitos títulos, os meus parabéns pela vossa vitória na Taça de Portugal. Nesta altura, não faltaram as justas e mais dignas homenagens. As minhas palavras são meras gotas de água no oceano que vocês merecem.
Tenho a convicção (e porque não dizer a certeza absoluta) que a conquista do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, será uma realidade a curto prazo.
Talvez seja o primeiro a falar neste assunto, mas certamente sou apenas um de muitos que acreditam que isso é possível.
Um só lamento, neste momento, para a falta de visão da Srª Seleccionadora Nacional em relação às jogadoras do EFC. Para quando a chamada à selecção da Leila (e porque não da Mikaela)? E para quando o regresso de atletas como a Chica, a Ângela, a Bárbara e as Catarinas?
A todas um beijo do vosso amigo “massagens”.
P.S. Lanço aqui um repto (leia-se petição), para que a Tânia Almeida, continue a envergar com o nível que sempre fez a camisola do EFC.
Monday, September 15, 2008
BANHOS QUENTES vs BANHOS FRIOS
Temperatura ideal da água:
- Entre 34º e 36ºC, para quem padeça de varizes e/ou seja hipotenso (tensão baixa);
- Entre 40º e 42ºC, para quem sofra de alergias e/ou de dores articulares- No caso de sofrer de insónias e/ou tensão nervosa a água deverá estar a uma temperatura de 38ºC
O principal objectivo do banho frio é justamente esse choque com a água fria. Banho frio, não é para ficar debaixo de água e deixar baixar a temperatura do corpo, correndo até o risco de ficar resfriado e apanhar uma constipação. O choque térmico, vai “exigir” ao organismo uma formidável reacção que promoverá o bem-estar que quem o pratica. Isto acontece, porque o choque produz endorfinas, vasoconstrição, activa o metabolismo e o funcionamento de todos os órgãos. Privilegia o cérebro e deixa o corpo mais “acordado” e “lúcido”, pronto para a acção.De ter ainda em conta que por estimular os órgãos, o banho frio revigora, estimula e aumenta todas as acções orgânicas, e em consequência o nível de saúde. É um afrodisíaco, deixa o corpo pronto a “acção”; se tomado correctamente aumenta exponencialmente o sistema imunológico, prevenindo gripes e resfriados.
Tuesday, June 17, 2008
PARABÉNS RUCA
Espero sinceramente que a sua carreira suba ainda mais. Depois do São Miguel do Outeiro, do Clube Atlético de Molelos, do Clube de Futebol “Os Repesenses” e do Beira Mar, surja um clube onde ele possa mostrar todas as suas qualidades e projectar ainda mais alto o seu nome. Acredito sinceramente que em breve poderá inclusive honrar todos os seus amigos ao vestir a camisola da equipa de todos nós.
Por tudo o que tens dado aos teus verdadeiros amigos: OBRIGADO RUCA.
Tuesday, May 13, 2008
ADEUS
Estive presente no passado dia 27 de Abril, no meu último jogo pelo Santar. Na memória de todos ficou o jogo épico dos jogadores do Santar e uma maravilhosa moldura humana.
Foram 8 meses de muito sacrifício, de privar a família do nosso convívio e tudo se conjugou para uma alegria conjunta com a nossa subida de divisão.
Mais de um mês antes do final da época, comuniquei, primeiro ao Presidente e depois ao plantel, a minha indisponibilidade para continuar ao serviço do S. C. Santar na época 2008/09.
Aprendi, com todos aqueles com quem privei. Vi coisas que julgava não poder ver num clube de futebol. Tudo fiz para conseguir fazer o Santar campeão. Não o consegui. Fui apenas uma minúscula parte dessa grande engrenagem que é uma equipa de futebol. Pelo menos, penso que fui. Não saio magoado com o clube e muito menos com os seus dirigentes. Para o ano, não sei se estarei noutro clube ou se ficarei em casa. Não ando (como nunca andei) a bater à porta de ninguém, nem a mendigar contratos. Sou assim e quem me quiser como colaborador, terá de me aceitar como sou.
Ao longo destes 8 meses, trabalhei com o mesmo afinco, dedicação e profissionalismo com que sempre trabalhei em todos os clubes por onde passei. Tratei todos os jogadores da mesma forma, mesmo que pensem que não o fiz.
As portas de minha casa sempre estiveram abertas para os meus jogadores e continuaram as estar para todos aqueles que em mim confiarem. Não sou Santo e por isso não faço milagres. Tudo o que fiz e todas as “normas” estabelecidas, foi feito com o prévio conhecimento e aprovação da Direcção.
Foi uma época complicada em termos de lesões.
Houve 65 (sessenta e cinco!!!) “jogadores” a falharem jogos por lesão, o que dá uma média de 2,6 jogadores lesionados por jogo. Se pensarmos que o plantel do Santar foi de 21 jogadores, isto sem poder contar com as camadas jovens, dá para verificar o muito trabalho que foi efectuado pelo Departamento Médico.
Não posso deixar de salientar e enaltecer o espírito de sacrifício, querer e abnegação por parte da maioria dos jogadores, querendo ver debeladas as suas lesões.
Neste adeus, não posso deixar de os elogiar, mesmo aqueles que em mim não confiaram e aqueles que me mim não gostam. Foram vocês os maiores responsáveis pela “nossa” subida.
Não posso deixar igualmente de agradecer, o carinho e apoio dos adeptos Santarenses, muito em especial a todos aqueles que me apoiaram e incentivaram desde a primeira hora. Destes, tenho obrigatoriamente de destacar a esposa e filha do Sr. Presidente e um adepto, que não sei o nome, mas com quem tantas vezes falei, sendo a última das quais em Resende, aquando do aquecimento da nossa equipa.
Um muito bem haja a todos os directores do Santar, em especial ao Sr. Tesoureiro (também não me lembro do nome), ao Ramiro “Mirito” e aquele que talvez fosse o maior amigo do plantel: O Sr. Aires.
Ao Sr. José Luís (roupeiro), com quem tantas vezes estive em desacordo e outras tantas de acordo, que continue a ver o Santar com o bom coração que tem.
Dos jogadores:
Pio – A estampa física e a experiência, fazem dele um dos melhores guarda-redes com quem já trabalhei;
João (GR) – Tem tudo para ser dentro de um par de anos o melhor guarda-redes do distrito de Viseu;
João Lopes – Ainda hoje não consigo entender aonde aquele corpo aparentemente frágil vai buscar a força. Se se empenhar fora dos jogos da mesma forma que nestes se empenha, será mais um jogador para os campeonatos Nacionais do que para a nossa distrital;
Jorge Silva – Raça, empenho, querer, dedicação e polivalência, além de um excelente elemento para o “balneário”, fazem dele um elemento imprescindível e insubstituível para qualquer plantel;
Luís – A sua concentração e empenho nos jogos, fazem com que seja um dos mais complicados centrais a ultrapassar. No dia em que encarar os treinos da mesma forma que encara os jogos, será um jogador muito acima da média;
Marcial – Nele é de salientar não só as suas características como atleta, como as de “fazedor de balneário”;
Carlos – O professor é um jogador polivalente de enorme utilidade para qualquer treinador;
Neves – O capitão. Dedicação e empenho colocados em cada passo que dá;
Coelho – Mais um dos “azarados” do plantel e uma agradável surpresa. Faz da polivalência a sua mais forte arma;
Man – Dos melhores jogadores com quem já tive o prazer de trabalhar. Honesto como atleta e como homem. Se outra alegria não tivesse em ter trabalhado com o Santar, só o facto de ter trabalhado com o Man, faz com que me sinta orgulhoso;
Mariano – Mais um dos grandes jogadores com quem tive o prazer de trabalhar. Ele (como eu também) detesta a hipocrisia;
Tonito – Se como jogador é bom, como elemento de balneário é excelente. Auguro-lhe um excelente futuro, quer pela sua qualidade, quer pela sua honestidade;
Paulão – Um patrão e uma referência da equipa;
Tó-Jó – Quem não o conhecer e se deixar iludir pela sua fisionomia, não irá acreditar o seu empenho e abnegação dentro de campo. Autêntica “carraça” que raramente larga o adversário mesmo que raramente recorra à falta;
Marinho – Um jogador que não sabe jogar mal. O seu menos bom é muito superior a máximo de muitos jogadores. Um dos bons amigos que me ficou no plantel;
André – No dia em que se empenhar tanto fora dos jogos, como durante os mesmos, será um jogador muito acima da média;
Vítor Hugo – Um pé esquerdo com olhos;
Jorge Ribeiro – Aquele que faz da velocidade a sua forma de jogar;
Bruno – Possui um killer-instinct hoje muito raro em jogadores de futebol;
Filipe – O mais inconformado e azarado dos jogadores do plantel. Deixa a pele e os ossos em campo. Nunca o vi, cansado ou com medo. Tenho o desejo de voltar a trabalhar com um bom amigo como ele;
Luís Paulo – Após anos a um nível mais alto, mostrou toda a sua qualidade no Santar. Após o último jogo, os seus olhos espelhavam o muito coração que tem como jogador.
Mário – Atleta dedicado e empenhado, capaz de com uma pré-época ser de uma enorme utilidade para o clube onde jogar.
Por fim e porque por fim vem quem mais merece, fica o meu eterno agradecimento ao Sr. Manuel Pereira.
Foi dos melhores presidentes com quem trabalhei. Honesto, correcto e dedicadíssimo. Tivemos ao longo da época uma cumplicidade inigualável. Fui honesto, frontal e sincero com ele em todas as ocasiões. Dele sempre recebi a mesma honestidade, frontalidade e sinceridade. Comigo nunca falhou.
Muito da subida de divisão a ele se deve. Merece todos os louros que lhe forem atribuídos. Não é fácil gerir um “navio” como o S.C.Santar nos agitados mares do futebol distrital. É das poucas pessoas com quem me honraria de trabalhar em qualquer parte do mundo. A carreira do Santar nesta época é a sua imagem: Vitoriosa. A ele o meu eterno bem-haja. Caso no futuro nos voltemos a encontrar como adversários, nunca esquecerei a sua amizade. Serei apenas mais um adepto do Sporting Clube de Santar.
Obrigado.
Wednesday, January 09, 2008
Consulta on-line
Anonymous disse...hey! gostei muito de ler este artigo. acontece que tenho outro tipo de lesão (tendinite) à mais de um ano e não sei o que fazer, porque me tem distanciado da actividade física. se alguem tiver algumas dicas, ou se o autor deste blog souber alguma coisa que me possa ajudar agradeço.meu email: bboylilcrazy_dfk@hotmail.com
A tendinite nada mais é do que a inflamação do tendão. Sugiro que fale com o seu médico para que lhe sejam efectuados exames complementares de diagnostico, nomeadamente uma ecografia, uma ressonância ou mesmo uma electromiografia, para que se possa saber com toda a certeza a origem dessa inflamação. Sem saber a origem é difícil indicar uma “cura”.
JOB disse...
Muito bom o post mesmo! Tive uma entorse desse tipo a uma semana, e desde que tive um entorse mal resolvido no joelho, aprendi a não confiar mais nos clinicos gerais, e procurar me informar sobre o assunto antes de ir a um especialista!Essa semana fui no ortopedista, que ao olhar meu pé, e recomendou 60 dias de repouso e gesso (realmente meu pé está feio), só que ao me levantar para ir ao banheiro ou beber agua, me da um dor terrivel na região do peito do pé... e a dor continua até q eu levante meu pé. Gostaria de saber se isso e normal...Grato!
Resposta:
faça fisioterapia apenas com fisioterapeutas... NAO CORRA RISCOS DE SAUDE.INTÉ
Concordo em pleno consigo “the fisioman”. Faça fisioterapia com fisioterapeutas, enfermagem com enfermeiros, medicina com médicos, massagens com massagistas, nutrição com nutricionistas…
é a primeira vez que entro no seu blog, gostei bastante das informações...mas tenho duas perguntas..depois do entorse, o edema do tornozelo diminui, mas fica apenas um lugar inchado, como uma bolinha, bem em cima do tendão lesionado..porque?? e porque mesmo depois de desinchar, os movimentos voltarem, parar a dor, aparece um estalo ao fazer movimentos de rotação do tornozelo???
Cara Cynthia
caro massagista....gostaria muito de saber qual a sua formação profissional??médico, fisioterapeuta, enfermeiro??grato...
Resposta:
Caro Anonymous.
Mesmo sem saber quem coloca a pergunta, respondo-lhe que sou o autor deste blog e como o nome indica sou massagista. Quanto à minha restante formação académica (ou não formação) não entendo a sua questão uma vez que não me recordo de alguma vez me ter arvorado de títulos como médico, fisioterapeuta ou enfermeiro.
A todos os leitores deste blog, informo que mantenho o meu endereço de email jcmvale@gmail.com à disposição das vossas questões e sugestões.
Tuesday, November 13, 2007
Consulta on-line
Dou hoje início a uma nova rubrica em que pretendo dar resposta a questões que me são colocadas pelos leitores do blog. Sempre que não me for dada autorização expressa, o nome dos leitores será omitido.O Leitor RMR colocou-me em 31/10/2007, o seguinte caso:
Faz dia 4 de Novembro 2 meses que fiz um estiramento no adutor da coxaesquerda. Na altura (4 Setembro), parei uma semana por completo, e fizapenas corrida na 2ª semana pós lesão. Na 3ª semana fiz 2 treinos, mas comalgum desconforto e ardimento. Por essa altura fiz uma ecografia que nadaacusou (segundo o especialista seria uma inflamação na inserção do tendão noosso). Parei outra semana e...o ardimento e uma ligeira dor continua cá.Neste momento estou a treinar e a competir há 4 semanas, consigo jogar a100%, embora durante o esforço sinta algum desconforto. No dia seguinte apóstreino/jogo sinto uma ligeira dor e algum ardimento e assim ando há quase 2meses.Gostaria de saber o que me aconselha. Tenho dúvidas se deva fazer gelo(vasoconstrição) ou calor (vasodilatação). Normalmente no dia do jogo/treinofaço gelo... já tomei nimed, já tomei voltaren e continuo sempre na mesma.
O gelo é sempre aconselhável como analgésico. No entanto o presitir da dor pode induzir a existência de outro tipo de lesão nomeadamente uma fibrose. Seria de todo aconselhável fazer novo exame complementar de diagnóstico, nomeadamente uma ecografia, para melhor podermos analisar. Caso pretenda poderemos falar pessoalmente para melhor se poder “ver” a sua lesão. Para o efeito já lhe enviei os meus contactos para o seu email.
Do leitor J1989, recebi em 02/11/2007, o seguinte email:
Boa tarde senhor João, desde já queria felicita-lo pelo excelente blog quepossui, gostaria de lhe fazer uma pergunta que e a seguinte:
Chamo-me R… e no passado dia 13 de Outubro cai sobre o meu pé esquerdo fazendouma rotura de ligamentos. Desde então tenho ido todos os dias (exceptodomingo) a fisioterapia fazendo inúmeros tipos de tratamento, e certo queestou muito melhor, já ando sem muletas, já corro, tenho ainda algumasdores mínimas mas ainda as tenho. Mas uma das coisas que mais em preocupa é oinchaço que apesar de já ter desaparecido em grande parte, ainda esta umpouco inchado (a parte interior e exterior do tornozelo) em comparaçãocom o outro pé, tenho feito gelo todos os dias, podia me dizer quanto tempoe que o inchaço poderá levar a desaparecer por completo? Fico a espera deuma resposta, muito obrigado!
Caro amigo.
Antes de outro assunto, permita-lhe agradecer as amáveis palavras que me endereçou.
Para lhe poder dar uma resposta correcta teria necessidade de saber o tipo de rotura que teve (parcial?, total?), a zona e saber o tipo de tratamentos que está a efectuar. Certamente, o fisioterapeuta que lhe está a efectuar os tratamentos terá uma previsão mais correcta para lhe dar. Enviei-lhe para o seu email os meus contactos pessoais para que me possa contactar se assim o desejar.
Thursday, September 13, 2007
Doping (Os perigos da dopagem)
Além da ilegalidade, da batota, da falsidade e do engano, o doping é perigoso para o bem-estar físico e mental do atleta.Uma amiga de longa data, disse-me um dia, que a nossa saúde, é como um livro de merceeiro. Quando vamos à mercearia (isto obviamente nos meios mais pequenos) e não temos dinheiro na carteira, pedimos aos merceeiro que aponte a nossa dívida. O nosso organismo, também vai apontando, os atentados que contra ele cometemos. E, tal como o nosso merceeiro, o nosso organismo, mais tarde ou mais cedo irá cobrar o montante em dívida.
Ainda há uns dias, assisti com choque, o que o uso de doping, pode provocar em atletas de alta competição. Nessa reportagem da SIC Notícias, foram inúmeros os testemunhos de familiares, amigos e das próprias vítimas do uso de substâncias dopantes em futebolistas da 1ª Divisão Italiana de Futebol. Vi rostos dilacerados pela dor, pela perda de familiares e amigos e ex-atletas, visivelmente degradados e destruídos com apenas 35 ou 40 anos de idade.
O uso de anfetaminas pode provocar excitação, insónias, taquicárdias, hipertensão, vertigens, tremor, emagrecimento, perturbações psíquicas com delírio, supressão de fadiga (Cuidado nestes casos) e MORTE por colapso.
O uso de inibidores da mono-amina-oxidase (IMAO) pode gerar episódios de hiper ou hipotensão, com implicações no equilíbrio psíquico.
No que concerne ao uso de morfina e outras substâncias similares, são comuns os problemas digestivos, cardíacos e mesmo a MORTE, por insuficiência respitarória.
Com o uso de corticóides poderão acontecer úlceras gastroduedunais, edemas, risco de diabetes e fracturas, atrofia muscular, difícil cicatrização, infecções, doenças virais (zona, varicela) e insuficiência renal.
Quanto ao uso de anabolizantes hormonais, este poderá provocar edemas, rotura de tendões, paragem do crescimento em atletas jovens, lesões osseas e aumento de agressividade. No homem pode provocar atrofia testicular e impotência e na mulher o aparecimento de pilosidade anormalmente exagerada e perturbação do ciclo mestrual.
A geração seguinte (filhas de atletas que se dopem com anabolizantes, durante a gravi
dez), podem nascer com hipertrofia do clitoris e fusão mais ou menos completa dos grandes lábios, naquilo a que em giria se chama a masculinização da mulher.As auto-transfusões sanguíneas podem levar a embolias gasosas, tromboses cerebrais, destruíção brusca de globúlos vermelhos, ictrícia e hepatite.
Finalmente a estimulação com aparelhos eléctricos pode originar rotura de tendões, de músculos e irritação cutânea.
Friday, September 07, 2007
ESCOLA FUTEBOL CLUBE (Molelinhos)
Presto hoje uma humilde homenagem à equipa do Escola Futebol Clube de Molelinhos, equipa onde tive no passado o privilégio de colaborar. Foram apenas alguns meses, mas a admiração e carinho que nutro por todas as jogadoras (mesmo aquelas com quem não tive o prazer de trabalhar), fazem que além de amigo sempre disponível para as ajudar, sou um incondicional fã. Costumo referir-me às jogadoras como “as minhas meninas”. Sei que a amizade e carinho que tenho por todas é por muitas retribuído.Esta homenagem, é também um grito de alerta para a gritante falta de apoios com que esta abnegada equipa luta. Não fora o empenho de meia dúzia de “carolas” e a imensa força de vontade de atletas, corpo técnico e clínico, já há muito o futebol feminino teria desaparecido do mapa do distrito de Viseu.
Sei, e reconheço, o sacrifício que muitas (para não dizer todas) passam para fazer aquilo que mais gostam que é jogar futebol. Privam-se do convívio da família, amigos, namorados para, domingo após domingo, encherem-nos de orgulho pelos resultados obtidos. Deslocam-se para treinos e jogos, a Molelinhos, vindas de paragens mais ou menos distantes como Mortágua, Viseu, Castro Daire e mesmo do vizinho distrito da Guarda. São amadoras na verdadeira ascensão da palavra. Mais ainda, pagam para treinar e jogar.
O Escola, detém actualmente mais jogadoras internacionais do que todas as outras equipas do distrito de Viseu em todos os escalões. Se a isto somarmos, aquelas atletas que já foram chamadas aos trabalhos da Selecção, mas que por superior decisão dos seleccionadores não vestiram a camisola das quinas, ficamos reduzidos a muito poucas atletas. Há qualidade, há talento, há dedicação e empenho. Faltam os apoios financeiros e também o reconhecimento dos órgãos de poder local. O Escola leva o nome de Molelinhos, de Tondela e de Viseu, aos quatros cantos deste rectângulo à beira mar plantado, como disse Tomaz Ribeiro e também além fronteiras com as “nossas” internacionais.
Da minha parte, tudo faço e tudo farei para apoiá-las sempre que da minha ajuda necessitarem. Sempre estive e estarei disponível para colaborar, dentro das minhas limitações.
Mas, uma equipa, nada mais é do que um conjunto de pessoas. E, é para essas que vai esta minha singela, humilde mas, justíssima homenagem. A poucas horas de iniciarem a disputa do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, fica o desejo de que daqui por uns meses eu volte a este espaço, a homenagear-vos pela conquista do título Nacional que eu acredito seja possível.
Assim, acredito que este meu grito de alerta, faça com que os órgãos de poder local e o poder económico acordem da letargia em que permanecem e olhem para este grupo de atletas como um excelente veículo publicitário, quer de produtos e marcas como da nossa própria região.
O I Torneio de S. Mateus Womens Cup 2007, brilhantemente vencido pelo Escola, é mais uma das provas da qualidade destas atletas que não me canso de elogiar e jamais esquecerei.
Neide Simões – Simplesmente a melhor guarda-redes da actualidade em Portugal e certamente uma das melhores da Europa;
Chica Maia – A terna e doce Chiquinha, autêntico muro onde esbarram os ataques das adversárias. Provavelmente a melhor central de Portugal;
Noémia – Quem não a conhece, dificilmente admitirá estar na presença de uma das mais talentosas jogadoras portuguesas. Tomaram muitos dos homens que jogam futebol federado, ter uma décima parte da sua classe;
Suelly – O exemplo da força de vontade, da abnegação e da entrega. Joga onde for preciso com a mesma classe. É responsável pela divulgação da sua equipa no ciberespaço;
Ana Figueiredo - A Ucha, como é carinhosamente tratada pelos amigos, é de uma classe e de um talento só ao alcance de predestinados;
Leila – Mais uma jovem promessa do futebol feminino luso. Para mim, é já uma certeza. Acredito que este ano será chamada pela Seleccionadora Nacional. Com apenas 16 anos já demonstra uma maturidade dentro e fora de campo que a todos espanta;
Andreia Coimbra – O querer, a raça e a força de vontade, fazem com que nunca baixe os braços, tornando complicada a tarefa da equipa técnica na hora de tomar decisões;
Catarina Almeida – Outra das atletas do distrito da Guarda, que com sacrifício nos deixa honrados com a sua qualificada colaboração;
Joana Pinto – A mini-Deco, como é conhecida passeia classe e beleza pelos campos de Portugal. Não fossem as malfadadas lesões e um interregno de dois anos como praticante, a Joana hoje seria uma jogadora cobiçada pelas melhores equipas europeias.
Catarina Regalo (Treinadora) – Subida a pulso da “menina” que um dia conheci como colaboradora da Associação de Futebol de Viseu. Hoje é uma treinadora com provas dadas e que acredito muitas alegrias dará ao Escola FC. Recordo que noutro escalão (Escolas Masculinos), foi campeã distrital conseguindo em quinze jogos “apenas” quinze vitórias;Outras jogadoras: Não falo das outras jogadoras do plantel, pois não tendo trabalhado com elas e nem as tendo visto jogar, não seria honesto opinar sobre elas. No entanto, só pelo facto de darem a cara e jogarem no Escola, também merecem a minha homenagem.
Nesta hora de homenagem, não poderia esquecer jogadoras já retiradas como:
Fani – Uma das melhores jogadoras que passaram pelo Escola e durante anos e anos a bandeira do clube;
Inês Matateu – A grande capitã, colocava em cada lance, a inteligência ao serviço da equipa;
Carla “Gil” – Um dos esteios da defesa. Uma líder por natureza e uma excelente jogadora;
Finalmente jogadoras actualmente afastadas mas que acredito (e espero regressem ao seio da equipa).
Susana Marques – A velocidade e a garra de uma das melhores “pontas-de-lança” que passaram pelo Escola;
Ângela Ferreira – A menina do sorriso permanente. Uma das melhores centrais de marcação de Portugal. Possuidora de uma técnica apurada, esta menina de olhos da cor do mar, encantou adeptos e convenceu o próprio Seleccionador Nacional que por diversas vezes a chamou.
Cristiana – A capitã da 1ª Selecção Distrital de Viseu, mesmo residindo a mais de 100Km de Molelinhos, jamais abandonou o sorriso. Também ela passeou beleza e classe pelos campos de futebol portugueses.Jamais vos esquecerei.
Vosso amigo e fã,
João Carlos M. Vale (Bola5)
Wednesday, August 08, 2007
Doping (No reino da batota)

Segundo uns (Nova Enciclopédia Portuguesa – Edição Ediclube de 1992), doping corresponde ao uso de excitantes por parte dos atletas para proporcionar mais vigor ou para de maneira desleal ou artificialmente, aumentar o rendimento dos animais (exº cavalos de competição).
Para o Conselho da Europa, entende-se por doping: “Administração a um indivíduo são ou a utilização, por ele próprio e por qualquer meio que seja, de uma substância estranha ao organismo, substância fisiológica em quantidade ou por via anormal, com o fim único de aumentar, artificial e deslealmente, o seu rendimento, durante a participação numa competição”.
Qual a razão, pela qual é proibido o uso de substâncias dopantes, em competição?
- Porque o uso de alguns tipos de substâncias põe em risco o bem estar físico e mental dos atletas, quer a curto, médio como a longo prazo, podendo inclusive levar um atleta à MORTE ou a uma invalidez permanente.
- Por princípios éticos. O desporto, deve ser uma competição entre seres humanos, máquinas e/ou animais, em que se eleve bem alto o princípio de mente sã em corpo são. A competição é entre atletas e não entre laboratórios e/ou entre farmacologistas e engenheiros bio-químicos.
- Finalmente por questões do foro jurídico. A maioria das substâncias é de posse e uso proibidos. Apenas os médicos podem “legitimar” o uso de uma destas substâncias, justificando a sua opção e supervisionando-a.
São nove os tipos de substâncias proibidas, de acordo com a ratificação do Conselho Nacional Antidopagem (CNAD) em 27/11/2003, da lista do Conselho da Europa datada de 27/11/2003, a saber (entre parêntesis as substâncias mais conhecidas, entre outras):
a) Estimulantes (ex. anfetaminas, cocaína, efedrina, estricnica, etc.);
b) Narcóticos (heroína, metadona, morfina, etc.);
c) Canaboídes (haxixe e marijuana);
d) Agentes anabolizantes:

.1 – Esteroídes androgénicos anabolizantes exógenos (danazol, testerona, etc.);
.2 – Outros agentes anabolizantes (clembuterol, zeranol).
e) Hormonas peptídicas:
.1 – Eritropoietina (EPO);
.2 – Hormona de crescimento (hGh) e factor de crescimento insulina-like (IGF-1);
.3 – Gonadotrofina coriónica (hCG) – Proibidas apenas no sexo masculino;
.4 – Gonadotrofina hipofisárias e sintéticas (LH) – Proibidas apenas no sexo masculino;
.5 – Isulina;
.6 – Corticotrofinas;
f) Beta-2 Agonistas (alguns são permitidos por via inalatória para prevenção e/ou tratamento da asma e da asma/broncoconstrição);
g) Agentes com actividades anti-estrogénica (inibidores da aromatase, clomifeno, cidofenilo e tamoxifeno, apenas proibidos em atletas do sexo masculino);
h) Agentes mascarantes (diuréticos, desde que não autorizados, como por exemplo furosemida);
i) Glucocorticosteroídes;
Quanto à forma de dopagem, são conhecidos os seguintes métodos:
1 – Incremento do transporte de oxigénio:
a) Dopagem sanguínea: Administração de sangue rico em oxigénio, oxigenado artificialmente (quem não se lembra da vitória de Lass Viren, nos 10.000 metros dos jogos olímpicos, derrotando o “nosso” Carlos Lopes)
b) Administração de produtos visando o aumento da captação, transporte e libertação de oxigénio;
2 – Manipulação farmacológica, química e física (a mais vulgar efectuada à base de comprimidos, injectáveis, etc.);
3 – Dopagem genética: Também conhecida como dopagem celular, é definida como o uso não terapêutico de genes, elementos genéticos e/ou células que tenham capacidade para aumentarem o rendimento desportivo.
São estas, de forma reduzida, as substâncias proibidas e os métodos de dopagem.
Alguns dos medicamentos vendíveis em Portugal, contêm substâncias dopantes (entre parêntesis a substância “dopante”).

Cêgripe (codeína), Cloricidil-D (Fenilefrina), Dolviran (Codeína), Magrex (Anepramona), Migraleve (Codeína), Nazo-Calma (Efedrina), Neo-Sinefrina (Fenilefrina), Vibracil (Fenillefrina), entre centenas de outros produtos.
Um conselho: Se pratica desporto, alerte o seu médico para que ele substitua (se possível) os medicamentos que contenham substâncias dopantes, ainda que não seja sujeito a controlos anti-doping regulares.
Sunday, July 29, 2007
A MINHA HOMENAGEM - 18

Encara os treinos como se de um jogo se tratasse. Não regateia a última gota de suor em prol da equipa.
Mas, para além das suas imensas qualidades como jogador de futsal, estão as suas qualidades humanas. Estas sem dúvida muito superiores às já de si imensas qualidade técnico-táticas.
Com ele, percorri centenas de quilómetros em deslocações oficiais e outros ainda em deslocações onde apenas a diversão ditou os destinos.
O Mateus é seguramente, um enorme jogador mas é também um anti-vedeta.
Tem capacidades para jogar ao mais alto nível em Portugal (e não só), pois são poucos os jogadores de futsal da nossa 1ª Divisão, capazes de ombrear com as qualidades dele.
Certamente não voltarei a trabalhar com ele pois, não estou ao nível das equipas onde o Mateus merece estar. No entanto, prevalecerá a amizade que em pouco mais de meio ano, cresceu e atingiu um ponto de não retorno. Permitam-me utilizar uma frase feita para dizer que não é uma amizade de sempre mas é uma amizade para sempre.
Diz o nosso povo que atrás de um grande homem, há sempre uma grande mulher. No caso do Mateus essa grande, terna e doce mulher chamasse Larisa.
Pela sua qualidade e pela amizade que nos une, aqui lhe presto esta humilde mas justíssima homenagem.




